domingo

Das coisas sentidas...

Eu não sei até que ponto é a capacidade humana de mentir, ofender, jogar, culpar, acusar. Até que ponto os extremos de humano racional se confunde com o extinto irracional. Até que ponto? Não sei, não sei e não sei. Não sei nada sobre essa gente que prefere mentir do que perguntar, que prefere invadir do que respeitar. Essa gente que prefere espalhar do que juntar. Essa mesma gente que vive pra atacar, ofender, difamar. Essa gente que prefiro excluir sem remorso, sem dor, sem medo. Essa gente que não soma, não acrescenta. Essa gente que diminui, que suga, que pesa. E agora preciso da minha bagagem leve, limpa e bonita. Adeus, é chegada sua hora de ir pro lixo.
Ex - amiga.


Das coisas precisas...

Um dia ei de atingir a mais completa transparência no que digo e no que faço. E as pessoas deixarão de me ver a mim para passarem a ver através de mim.